As férias são o momento perfeito para passear com a família e os amigos. Neste momento de descontração podemos achar diversas maneiras de reduzir, reutilizar e reciclar!
Por exemplo as câmeras e outros aparelhos eletrônicos que você vai dar e receber neste natal. Todos eles exigem baterias. A melhor coisa que você pode fazer para reduzir o desperdício é mudar das descartáveis para as reutilizáveis e recarregáveis. Existem carregadores que se conectam até em portas USB do seu computador, assim você mesmo pode recarregar em qualquer lugar!
Ao mudar para baterias recarregáveis, você literalmente mantêm as baterias fora dos aterros e centenas de R$ em seus bolsos a cada ano! Todos estes produtos estão dísponiveis em supermercados, lojas de eletroeletrônicos e na internet (ex.: Mercado Livre).
Outra coisa interessante são algumas coisas que deixaram de ser consideradas lixo agora sendo vistas por muitas empresas como um tesouro: sacos plástico e garrafas.
Hoje já podemos encontrar ótimos produtos feitos de plástico reciclado!
Faça sua parte. Recicle, Repasse Reutilize.
Abraços!
sábado, 18 de dezembro de 2010
As férias são o momento perfeito para passear com a família e os amigos, e dar a volta ao planeta e aos menos afortunados que nós mesmos. Aqui estão algumas grandes maneiras de reduzir, reutilizar e reciclar ao fazê-lo!
Vamos começar com as câmeras e outros aparelhos eletrônicos que você vai dar e receber. Todos eles exigem baterias. A melhor coisa que você pode fazer para reduzir o desperdício é mudar para reutilizáveis, baterias recarregáveis. Este carregador conecta legal na porta USB do seu computador, assim você mesmo pode recarregar em qualquer lugar! E a sua nova linha de platina dura três vezes mais em dispositivos de alta capacidade, como câmeras digitais, então você tem que mudar as pilhas com menos frequência. Você pode até mesmo cobrá-los sempre que quiser, não apenas quando estiver totalmente descarregada.
Ao mudar para baterias recarregáveis, você literalmente mantêm as baterias fora dos aterros e centenas de dólares em seus bolsos a cada ano! Todos estes estão disponíveis em seu local Wal-Mart. E quando eles finalmente usado, eles podem até mesmo ser reciclado! Ir para rayovac.com para saber mais.
OK, vamos olhar algumas coisas que deixou de ser considerado lixo agora sendo visto por muitas empresas como um tesouro: sacos de plástico reciclado e garrafas. Fiquei surpreso ao encontrar tantos ótimos produtos feitos de plástico reciclado! Aqui está um capuz feito de algodão orgânico e reciclado refrigerante e garrafas de água. Esta tábua de corte é feita com 100% de plástico reciclado, e por isso são esses brinquedos de grande Greentoys e esse guarda-chuva de Totes.
Vamos começar com as câmeras e outros aparelhos eletrônicos que você vai dar e receber. Todos eles exigem baterias. A melhor coisa que você pode fazer para reduzir o desperdício é mudar para reutilizáveis, baterias recarregáveis. Este carregador conecta legal na porta USB do seu computador, assim você mesmo pode recarregar em qualquer lugar! E a sua nova linha de platina dura três vezes mais em dispositivos de alta capacidade, como câmeras digitais, então você tem que mudar as pilhas com menos frequência. Você pode até mesmo cobrá-los sempre que quiser, não apenas quando estiver totalmente descarregada.
Ao mudar para baterias recarregáveis, você literalmente mantêm as baterias fora dos aterros e centenas de dólares em seus bolsos a cada ano! Todos estes estão disponíveis em seu local Wal-Mart. E quando eles finalmente usado, eles podem até mesmo ser reciclado! Ir para rayovac.com para saber mais.
OK, vamos olhar algumas coisas que deixou de ser considerado lixo agora sendo visto por muitas empresas como um tesouro: sacos de plástico reciclado e garrafas. Fiquei surpreso ao encontrar tantos ótimos produtos feitos de plástico reciclado! Aqui está um capuz feito de algodão orgânico e reciclado refrigerante e garrafas de água. Esta tábua de corte é feita com 100% de plástico reciclado, e por isso são esses brinquedos de grande Greentoys e esse guarda-chuva de Totes.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Economistas ainda tentam medir a felicidade
Por que os índices atuais do PIB e IDH, deixam muito a desejar no Brasil?
Como o processo de desenvolvimento pode se tornar sustentável, se ainda não sabemos direito como medir a qualidade de vida, nem o grau de cuidado com a natureza, nem o próprio crescimento econômico? Esse tipo de preocupação está no cerne das pesquisas do economista José Eli da Veiga, um dos principais pensadores brasileiros no campo do desenvolvimento sustentável, participante da formulação do programa de governo da candidata a presidente Marina Silva (PV) e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Eli da Veiga lançou em novembro seu livro mais recente, “Sustentabilidade – A legitimação de um novo valor”, pela Editora Senac. No livro, ele afirma não se preocupar com a falta de uma definição muito precisa para “sustentabilidade”. Veja a seguir, alguns trechos de duas conversas de Eli da Veiga com a Revista ÉPOCA.
A ECONOMIA DA FELICIDADE
Houve a discussão no Butão, que é uma sociedade bastante atrasada em termos de capitalismo e desenvolvimento. Eles perguntaram por que aceitar essa convenção do Ocidente, que o relógio que mede a sociedade é o PIB, e concluíram que o que interessa é a felicidade. Até aí é uma crítica ótima. Eles substituíram o PIB pelo FIB, que também é uma medida bruta. Mas eles medem misturando tudo, os indicadores objetivos com indicadores subjetivos, que dependem de questionários aplicados à população sobre saúde, educação. Achei uma solução completamente equivocada, que não vai levar a nada.
Há 10 anos discutíamos uma coisa chamada Paradoxo de Easterlin. Ele foi o primeiro a mostrar que, nos Estados Unidos, por exemplo, o PIB não parou de aumentar, mas a felicidade das pessoas, a satisfação das pessoas com a vida, acompanhou o PIB até os anos 60. Depois, virou uma tesoura: foi cada um para um lado. Até um certo patamar de desempenho econômico, mais grana significa mais felicidade. A partir desse patamar, isso não acontece mais. Mais grana não se reverte em mais felicidade. Hoje há uma base de dados e metodologia para essas medidas.
COMO MEDIR A QUALIDADE DE VIDA
Existe um índice que se impôs desde os anos 90, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que vem também sofrendo críticas. Uma delas é que uma dimensão do IDH é o próprio PIB per capita. É um índice que dorme com o inimigo: ele foi criado para evitar que o PIB fosse usado como medida de qualidade de vida, mas ele próprio inclui o PIB. Além disso, ele mede a saúde só pela expectativa de vida e a educação só pelo nível de matrículas (média de anos de estudo). Sempre foi considerado uma medição muito tosca. Mas tem uma lógica: se você quer que 200 e tantos países no mundo façam esse cálculo, não adianta ser uma coisa muito complicada, senão metade dos países nunca vai calcular.
O que há de alternativo a isso é o Relatório Stiglitz, encomendado pelo governo francês. Para medir qualidade de vida, o relatório propõe um indicador complexo, com oito dimensões: educação, saúde, segurança econômica, segurança propriamente dita e assim por diante. E recomenda também o uso de indicadores subjetivos (obtidos por meio de questionários e pesquisas feitas com a população, em vez de contabilidade). Existem coisas consistentes nessa área de pesquisa chamada economia da felicidade.
Nós vivemos no Brasil um momento razoável de estabilidade econômica, um crescimento que não precisa ser muito maior que o atual, do meu ponto de vista, e pelo menos algumas migalhas estão indo para uma melhora geral da qualidade de vida. Isso começou de forma meio hesitante no governo Fernando Henrique Cardoso, depois ganhou força no meio do governo Lula. No caso da Indonésia, começou a acontecer coisa desse tipo, mas com uma exploração predatória de um recurso natural. Não acho que seja o caso do Brasil, temos um caso com mais nuances. (Mas) quem acha que sustentabilidade rima com qualidade de vida está por fora da história. É o contrário.
O PIB AINDA SERVE PARA MEDIR O CRESCIMENTO ECONÔMICO?
Com a contabilidade nacional posso calcular várias coisas – o PIB, o PNB ou uma coisa chamada Produto Interno Líquido. O que é bruto não tem a amortização – a desvalorização e o gasto de reposição de um carro, de uma máquina. Não se cogitava antes fazer amortização do capital natural. Hoje sabemos que, seu eu exploro uma mina, não posso considerar só o que eu faturo. Alguma coisa tem de ir para a outra coluna da contabilidade, porque eu estou dilapidando aquele patrimônio.
O PIB já era ruim por outros motivos, mesmo sem pensarmos em sustentabilidade.
O (economista Eduardo) Giannetti foi aplaudido no lançamento do meu livro por lembrar que o trabalho doméstico não é remunerado (Giannetti afirmou que educar uma criança é um trabalho extremamente nobre e não entra no PIB). Cuidar de um idoso, por exemplo, não entra no PIB. Se não houver troca com o mercado, não entra no PIB.
Há críticos que dizem que o PIB não serve para medir qualidade de vida. Mas os contabilistas respondem que o PIB não é mesmo para esse fim, ele é uma medida econômica da produção. Essa é a crítica boba. Mas há outra crítica, de que o PIB não é bom nem como indicador de produção. Li num documento do Wikileaks, de um diplomata que estava na China, conversando com um governador de província. O governador dizia que o PIB era bom para constar, mas que ele não levava em conta. Ele dizia “aqui, peço para saber qual foi o aumento do consumo de eletricidade, da carga dos trens, isso aí mostra muito mais como é o desempenho da economia”. A Irlanda é outro exemplo – lá, o PIB cresceu, mas a renda das famílias não.
O (presidente da França, Nicolas) Sarkozy teve a sacada e convidou o (Nobel de Economia Joseph) Stiglitz e o (Nobel de Economia) Amartya Sen para montar uma equipe. Eles passaram um ano trabalhando nisso. Uma das primeiras conclusões a que eles chegaram: nós precisamos de três medidas diferentes. Uma do desempenho econômico, uma da qualidade de vida, outra da sustentabilidade. São três coisas diferentes, que não devem ser misturadas. Ele propõe que o PIB seja substituído desempenho econômico seja medido pela renda ajustada ou renda líquida das famílias. É uma medida que deduz as despesas obrigatórias da família, como impostos. Eles querem calcular quanto sobra, a renda disponível para a família usar no consumo da maneira que ela decidir – comprando banana, automóvel, colocando na poupança, em educação melhor para os filhos.
Não é um cálculo simples. Se o IBGE resolver fazer isso, vai precisar de um certo tempo. A proposta, além de logicamente interessante, recebeu uma espécie de confirmação com Irlanda. O PIB disparou e a renda líquida das famílias nunca mudou. Havia uma disparidade. O PIB era um indicador ilusório e levou o mercado financeiro a grandes equívocos sobre a Irlanda.
COMO CHEGAR A UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Não vejo tanto problema assim no fenômeno do greenwashing (a tentativa de empresas de “lavar” a imagem usando o discurso de sustentabilidade social e ambiental). Quando a empresa começa a usar o termo sustentabilidade, mesmo de maneira oportunística, abre a possibilidade de os clientes, fornecedores e parceiros irem em cima dela com cobranças. Existem muitos casos de companhias que começaram a usar o apelo sustentável sem uma política muito séria e depois tiveram de definir essa política.
Não tem regra do que vem antes e o que vem depois. Não tenho resposta quando as pessoas perguntam “você não acha que isso exige principalmente uma mudança de comportamento?”. Inovação tecnológica é absolutamente necessária. Mas não posso afirmar que primeiro precisamos descobrir isso para depois ter mudança de comportamento, ou que precisamos primeiro de mudança de comportamento para depois ter a inovação tecnológica. Ou que primeiro precisaremos mudar nossos valores. Cada exemplo na nossa história mostra uma combinação diferente. Eu uso o exemplo da escravidão porque o Eduardo Giannetti fez uma brilhante intervenção (no lançamento do livro de Eli da Veiga, em novembro), mas que era ultrapessimista, reclamando que estava tudo errado. Deu uma sensação de que talvez a humanidade não seja capaz de resolver o problema do aquecimento global. Por isso, lembrei que somos capazes de resolver problemas. Um caso típico foi a escravidão, que existiu durante milênios, em praticamente todas as sociedades, e no período de um século foi praticamente extinta.
Fonte: Revista Isto É.
A ECONOMIA DA FELICIDADE
Houve a discussão no Butão, que é uma sociedade bastante atrasada em termos de capitalismo e desenvolvimento. Eles perguntaram por que aceitar essa convenção do Ocidente, que o relógio que mede a sociedade é o PIB, e concluíram que o que interessa é a felicidade. Até aí é uma crítica ótima. Eles substituíram o PIB pelo FIB, que também é uma medida bruta. Mas eles medem misturando tudo, os indicadores objetivos com indicadores subjetivos, que dependem de questionários aplicados à população sobre saúde, educação. Achei uma solução completamente equivocada, que não vai levar a nada.
Há 10 anos discutíamos uma coisa chamada Paradoxo de Easterlin. Ele foi o primeiro a mostrar que, nos Estados Unidos, por exemplo, o PIB não parou de aumentar, mas a felicidade das pessoas, a satisfação das pessoas com a vida, acompanhou o PIB até os anos 60. Depois, virou uma tesoura: foi cada um para um lado. Até um certo patamar de desempenho econômico, mais grana significa mais felicidade. A partir desse patamar, isso não acontece mais. Mais grana não se reverte em mais felicidade. Hoje há uma base de dados e metodologia para essas medidas.
COMO MEDIR A QUALIDADE DE VIDA
Existe um índice que se impôs desde os anos 90, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que vem também sofrendo críticas. Uma delas é que uma dimensão do IDH é o próprio PIB per capita. É um índice que dorme com o inimigo: ele foi criado para evitar que o PIB fosse usado como medida de qualidade de vida, mas ele próprio inclui o PIB. Além disso, ele mede a saúde só pela expectativa de vida e a educação só pelo nível de matrículas (média de anos de estudo). Sempre foi considerado uma medição muito tosca. Mas tem uma lógica: se você quer que 200 e tantos países no mundo façam esse cálculo, não adianta ser uma coisa muito complicada, senão metade dos países nunca vai calcular.
O que há de alternativo a isso é o Relatório Stiglitz, encomendado pelo governo francês. Para medir qualidade de vida, o relatório propõe um indicador complexo, com oito dimensões: educação, saúde, segurança econômica, segurança propriamente dita e assim por diante. E recomenda também o uso de indicadores subjetivos (obtidos por meio de questionários e pesquisas feitas com a população, em vez de contabilidade). Existem coisas consistentes nessa área de pesquisa chamada economia da felicidade.
Nós vivemos no Brasil um momento razoável de estabilidade econômica, um crescimento que não precisa ser muito maior que o atual, do meu ponto de vista, e pelo menos algumas migalhas estão indo para uma melhora geral da qualidade de vida. Isso começou de forma meio hesitante no governo Fernando Henrique Cardoso, depois ganhou força no meio do governo Lula. No caso da Indonésia, começou a acontecer coisa desse tipo, mas com uma exploração predatória de um recurso natural. Não acho que seja o caso do Brasil, temos um caso com mais nuances. (Mas) quem acha que sustentabilidade rima com qualidade de vida está por fora da história. É o contrário.
O PIB AINDA SERVE PARA MEDIR O CRESCIMENTO ECONÔMICO?
Com a contabilidade nacional posso calcular várias coisas – o PIB, o PNB ou uma coisa chamada Produto Interno Líquido. O que é bruto não tem a amortização – a desvalorização e o gasto de reposição de um carro, de uma máquina. Não se cogitava antes fazer amortização do capital natural. Hoje sabemos que, seu eu exploro uma mina, não posso considerar só o que eu faturo. Alguma coisa tem de ir para a outra coluna da contabilidade, porque eu estou dilapidando aquele patrimônio.
O PIB já era ruim por outros motivos, mesmo sem pensarmos em sustentabilidade.
O (economista Eduardo) Giannetti foi aplaudido no lançamento do meu livro por lembrar que o trabalho doméstico não é remunerado (Giannetti afirmou que educar uma criança é um trabalho extremamente nobre e não entra no PIB). Cuidar de um idoso, por exemplo, não entra no PIB. Se não houver troca com o mercado, não entra no PIB.
Há críticos que dizem que o PIB não serve para medir qualidade de vida. Mas os contabilistas respondem que o PIB não é mesmo para esse fim, ele é uma medida econômica da produção. Essa é a crítica boba. Mas há outra crítica, de que o PIB não é bom nem como indicador de produção. Li num documento do Wikileaks, de um diplomata que estava na China, conversando com um governador de província. O governador dizia que o PIB era bom para constar, mas que ele não levava em conta. Ele dizia “aqui, peço para saber qual foi o aumento do consumo de eletricidade, da carga dos trens, isso aí mostra muito mais como é o desempenho da economia”. A Irlanda é outro exemplo – lá, o PIB cresceu, mas a renda das famílias não.
O (presidente da França, Nicolas) Sarkozy teve a sacada e convidou o (Nobel de Economia Joseph) Stiglitz e o (Nobel de Economia) Amartya Sen para montar uma equipe. Eles passaram um ano trabalhando nisso. Uma das primeiras conclusões a que eles chegaram: nós precisamos de três medidas diferentes. Uma do desempenho econômico, uma da qualidade de vida, outra da sustentabilidade. São três coisas diferentes, que não devem ser misturadas. Ele propõe que o PIB seja substituído desempenho econômico seja medido pela renda ajustada ou renda líquida das famílias. É uma medida que deduz as despesas obrigatórias da família, como impostos. Eles querem calcular quanto sobra, a renda disponível para a família usar no consumo da maneira que ela decidir – comprando banana, automóvel, colocando na poupança, em educação melhor para os filhos.
Não é um cálculo simples. Se o IBGE resolver fazer isso, vai precisar de um certo tempo. A proposta, além de logicamente interessante, recebeu uma espécie de confirmação com Irlanda. O PIB disparou e a renda líquida das famílias nunca mudou. Havia uma disparidade. O PIB era um indicador ilusório e levou o mercado financeiro a grandes equívocos sobre a Irlanda.
COMO CHEGAR A UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Não vejo tanto problema assim no fenômeno do greenwashing (a tentativa de empresas de “lavar” a imagem usando o discurso de sustentabilidade social e ambiental). Quando a empresa começa a usar o termo sustentabilidade, mesmo de maneira oportunística, abre a possibilidade de os clientes, fornecedores e parceiros irem em cima dela com cobranças. Existem muitos casos de companhias que começaram a usar o apelo sustentável sem uma política muito séria e depois tiveram de definir essa política.
Não tem regra do que vem antes e o que vem depois. Não tenho resposta quando as pessoas perguntam “você não acha que isso exige principalmente uma mudança de comportamento?”. Inovação tecnológica é absolutamente necessária. Mas não posso afirmar que primeiro precisamos descobrir isso para depois ter mudança de comportamento, ou que precisamos primeiro de mudança de comportamento para depois ter a inovação tecnológica. Ou que primeiro precisaremos mudar nossos valores. Cada exemplo na nossa história mostra uma combinação diferente. Eu uso o exemplo da escravidão porque o Eduardo Giannetti fez uma brilhante intervenção (no lançamento do livro de Eli da Veiga, em novembro), mas que era ultrapessimista, reclamando que estava tudo errado. Deu uma sensação de que talvez a humanidade não seja capaz de resolver o problema do aquecimento global. Por isso, lembrei que somos capazes de resolver problemas. Um caso típico foi a escravidão, que existiu durante milênios, em praticamente todas as sociedades, e no período de um século foi praticamente extinta.
Fonte: Revista Isto É.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Site indica postos de coleta de lixo eletrônico em São Paulo
Projeto "e-lixo maps", parceria entre SMA e Instituto Sérgio Motta, ajuda cidadão a encontrar local mais próximo para levar pilhas, celulares e outros.
Você tem pilhas, baterias, celulares, carregadores lotando suas gavetas? Sabe que esse "e-lixo" não deve ser jogado no lixo comum, mas também não sabe o que fazer com ele? Se você respondeu sim para todas as questões, fique sabendo que agora ficou mais fácil descartar esse tipo de lixo. É que entrou no ar, nesta terça-feira, 2, o projeto "e-lixo maps", uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sérgio Motta.
No site http://www.e-lixo.org/, inserindo o CEP e o tipo de "e-lixo" que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de "e-lixo" em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. Além dessa prestação de serviço, o projeto prevê, também, o cadastramento de mais pontos de coleta.
A ideia de criar o projeto "e-lixo maps" surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha "Mutirão do Lixo Eletrônico - Recicle. Não descarte essa idéia". A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em centenas de pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios.
A participação da população neste mutirão superou as expectativas e mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo. Com o "e-lixo maps" ficará mais fácil para a população encontrar uma destinação correta e ecológica para seu lixo eletrônico.
Confira o site http://www.e-lixo.org/ e faça sua parte para ajudar a cuidar do meio ambiente.
Fonte: Secretaria do Meio Ambiente
No site http://www.e-lixo.org/, inserindo o CEP e o tipo de "e-lixo" que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de "e-lixo" em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. Além dessa prestação de serviço, o projeto prevê, também, o cadastramento de mais pontos de coleta.
A ideia de criar o projeto "e-lixo maps" surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha "Mutirão do Lixo Eletrônico - Recicle. Não descarte essa idéia". A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em centenas de pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios.
A participação da população neste mutirão superou as expectativas e mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo. Com o "e-lixo maps" ficará mais fácil para a população encontrar uma destinação correta e ecológica para seu lixo eletrônico.
Confira o site http://www.e-lixo.org/ e faça sua parte para ajudar a cuidar do meio ambiente.
Fonte: Secretaria do Meio Ambiente
Manaus no Caminho Certo da Reciclagem
Secretaria tem meta de reciclar 20% do lixo de Manaus
Mesmo com bastante demora a assinatura do convênio entre a prefeitura de Manaus e o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) já é um bom começo para uma cidade que fica no coração do estado mais verde do Brasil e que deve ser exemplo.
O convênio possui o aval do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e deverá atuar na profissionalização de cerca de 300 trabalhadores, que compõem os 11 núcleos e associações de catadores existentes na capital do Amazonas.
De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos, José Aparecido, a meta é difundir a reciclagem. “Queremos reciclar 20% do que hoje é jogado no aterro sanitário, para gerar dinheiro para as associações”, disse Aparecido.
Com o convênio, Manaus será a primeira cidade a fazer uma Aliança Público Privada, entre o município e os catadores de material reciclável. O IBAM vai ministrar cursos para os catadores de lixo direcionados à capacitação, organização e planejamento.
Com o convênio, Manaus será a primeira cidade a fazer uma Aliança Público Privada, entre o município e os catadores de material reciclável. O IBAM vai ministrar cursos para os catadores de lixo direcionados à capacitação, organização e planejamento.
Além da assinatura do convênio, foi lançado o Plano Diretor de Resíduos Sólidos (PDRS).Ele foi elaborado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) e traça normas e regras para que a população produza cada vez menos lixo.
Fonte: Leandro Tapajós (A Crítica - Manaus)
Cupuaçu dá pão integral
Esalq, em Piracicaba (SP), desenvolve farinha a partir de casca da fruta
Os alimentos foram desenvolvidos substituindo parcialmente a farinha de trigo pela farinha da casca de cupuaçu (FCC) em 0%, 3%, 6% e 9% analisados quanto à composição centesimal, propriedades físicas e aceitabilidade pelos consumidores. “Como resultados, os pães integrais tiveram sua composição centesimal quase inalterada em função da substituição da farinha de trigo pela FCC, exceto pelo aumento gradativo no teor de fibras alimentares em detrimento do teor de carboidrato. Dessa forma, os pães com 6% de FCC, segundo a nossa legislação, podem ser considerados como ‘fonte de fibras’ e os pães com 9% com ‘alto teor de fibras alimentares’”, conta Bruno Sanches Rodrigues, que é formado em Ciências dos Alimentos pela própria Esalq.
O teste de aceitação constatou que 72,5% consumiam pães diariamente; 67,5% consideraram pães importantes na alimentação e 65,0% declararam importante o consumo de fibras para a saúde. Quanto à avaliação da qualidade, os pães com 0%, 3% e 6% de farinha de casca de cupuaçu obtiveram ótima aceitação e seriam consumidos por 92,5% dos provadores.
Um dos pontos importantes da pesquisa indica que o aumento do teor de FCC proporcionou diminuição no valor calórico dos pães em relação ao padrão. O valor de pH pouco variou nos pães. A farinha de casca de cupuaçu contribuiu para aumentar a diferença de cor dos miolos dos pães do que da crosta dos mesmos, onde maiores quantidades de farinhas de casca adicionadas promovem colorações mais escuras. Por outro lado, o volume dos pães diminuiu proporcionalmente em relação ao aumento da substituição da farinha branca pela de casca, quando comparados ao pão padrão.
fonte: Agência USP
Amazônia e a vida saudável
A Amazônia, além de ser simbolo da natureza e da biodiversidade brasileira, é a principal fonte das chamadas "superfrutas", alimentos tropicais com alta concentração de vitaminas e antioxidantes que conquistaram uma sociedade preocupada em manter hábitos saudáveis.
Quer dizer, sabe aquele açai que você toma? Vêm de lá!
Fonte: Estadão
Quer dizer, sabe aquele açai que você toma? Vêm de lá!
Com frutas como o açaí (Euterpe oleracea), o guaraná (Paullinia cupana), e o cupuaçu (Theobroma grandiflorum), a Amazônia se transformou na fonte de produtos ricos em vitamina e energia.
O açaí, a "superfruta" mais conhecida, que cresce em uma palmeira do solo amazônico, conquistou o mercado dos Estados Unidos há pouco mais de 10 anos quando revistas publicaram matérias sobre seus benefícios e os consumidores avaliaram positivamente suas propriedades nutricionais.
Sua elevada concentração de antocianina, pigmento que dá a cor roxa ao açaí, transforma a fruta num potente antioxidante, substância que desacelera a deterioração das células do cérebro.
A incrível popularidade da fruta se reflete nos infinitos sites de vendas online de produtos derivados do açaí, além de centenas de estudos supostamente científicos que demonstram seus inigualáveis efeitos positivos.
As empresas que comercializam produtos a base do fruto amazônico lucraram US$ 106 milhões em 2008, de acordo com dados da Spins, empresa especializada em produtos naturais.
No Brasil, o açaí se transformou em um alimento rotineiro, disponível em qualquer esquina das ruas das grandes cidades como o Rio de Janeiro, e geralmente servido gelado, acompanhado de cereais e misturado ao guaraná.
Com propriedades estimulantes, o guaraná é outra joia da floresta amazônica que conquistou o público dentro e fora do Brasil.
Conhecido pelo seu alto poder calórico, o guaraná é mais consumido em refrescos e refrigerantes, embora também se venda em pó e em barras de cereais.
Brasil, o terceiro exportador agrícola do mundo, superado só pelos Estados Unidos e a União Europeia, é o único país que exporta guaraná, embora sua produção ainda não satisfaça a crescente demanda internacional, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Entre as "superfrutas" da moda também está o cupuaçu, parente próximo do cacau.
Da mesma forma que o açaí, a fruta é rica em proteínas e vitaminas, e é utilizada tanto como alimento como componente de cosméticos, tais como óleos, condicionadores e cremes hidratantes.
Acostumada em abastecer a demanda local, a região começa a explorar outras fontes além das clássicas "superfrutas", em vista das vantagens econômicas das mais de 200 espécies de frutas disponíveis na floresta.
É o caso do estado de Rondônia, uma das regiões mais pobres do Brasil, que vê nesta tendência internacional uma oportunidade para impulsionar a produção agrícola.
"As boas condições ambientais e a crescente demanda das frutas tornam a fruticultura uma atividade econômica de potencial elevado", apontou um relatório da Embrapa, que defende a criação de cooperativas.
Devido à crescente popularidade dos produtos amazônicos, empresas de vários países estão de olho em outras frutas de nomes exóticos como buriti, camu-camu e pupunha, que devem conquistar os adeptos da vida saudável.
Fonte: Estadão
SUSTENTABILIDADE: C&C lança campanha de recolhimento de lixo eletrônico
C&C lança campanha de recolhimento de lixo eletrônico
O ponto de coleta funcionará na loja Nova Tietê de segunda à sábado das 8h às 23h e no domingo das 9h às 20h.A C&C Casa e Construção, maior rede de materiais para construção, reforma e decoração do País, em parceria com a Conversa Sustentável, lança neste mês de Dezembro o Mutirão de Lixo Eletrônico. Na loja da Marginal Tietê haverá um ponto de coleta onde poderá ser depositado o eletrônico indesejado que terá um destino adequado: a reciclagem de seus componentes. “Buscamos com esta iniciativa gerar uma oportunidade prática para que as pessoas possam viabilizar suas atitudes sutentáveis, dando a elas um local para o descarte”, afirma Mauro Florio, diretor de Marketing da rede.
O lixo eletrônico depositado sem custo algum na unidade Nova Tietê será coletado pela empresa Recicla Metais, especializada em soluções em destinação de resíduos eletrônicos, que emitirá para a pessoa que trouxer o eletrônico um certificado de destinação adequada. A iniciativa da unidade Nova Tietê, complementa Florio, pretende servir de referência no recolhimento e devida destinação do lixo eletrônico, e com isso, chamar a atenção para o problema que tende a aumentar com a expansão do consumo destes produtos.
Eletrônicos que serão coletados: computadores (monitores, CPUs e periféricos), notebooks, modens, hubs, telefones celulares, carregadores, impressoras, scaners, telefones fixos, aparelhos de fax, de som, de DVDs, vídeos-cassete, câmeras de vídeo e fotográfica, cabos, estabilizadores, nobreaks, roteadores, home theaters, projetores, calculadoras e agendas eletrônicas, pilhas e baterias de eletrônicos, entre outros. O lixo eletrônico poderá ser entregue de segunda à sábado, das 8h às 23h, e no domingo das 9h às 20h.
A C&C Casa e Construção, empresa 100% nacional, conta atualmente com 40 unidades distribuídas pelos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo são 32 lojas na capital, Grande São Paulo, interior e baixada santista. No Rio de Janeiro são oito lojas, seis na capital do Estado, uma em Niterói e outra em Duque de Caxias.
Informações adicionais no SAC, pelo telefone 4004-1444 ou pelo site http://www.cec.com.br/.
Fonte: http://www.cec.com.br/
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Sustentabilidade chega às gôndolas dos supermercados
Grande parte das empresas produtoras de embalagens tem hoje um gestor de sustentabilidade trabalhando lá dentro. Na prática, isso explica porque as recomendações da Associação Brasileira de Embalagem (Abre) têm sido cada vez mais respeitadas nas prateleiras dos supermercados.
Cuidados como a proporção ideal de embalagem X produto, o equilíbrio na distribuição do produto para evitar desperdícios, a utilização de material reciclado na composição da embalagem e a garantia de que o meio ambiente não será afetado estão cada vez mais frequentes.
“Cada vez mais as questões ambientais e o conceito de sustentabilidade farão parte de nossas vidas. Vale abraçar a causa e fazer o melhor que podemos para possibilitar uma vida em harmonia com a natureza”, disse João Carlos de Oliveira, Presidente da Associação Latino-Americana de Supermercados.
É isso aí! A você, que é consumidor, pode fazer sua parte cobrando e preferindo produtos que tenham essa consciência desde a sua embalagem!
EUA Mercedes-Benz lança primeiro Carro com Zero de emissão F-CELL (Hydrogen-Electric Powered Vehicle)
O novo Mercedes-Benz F-CELL, veículo movido à hidrogénio, B-Class está agora disponíveis para os residentes da Califórnia, tornando a emissão 0 (zero) uma realidade. Sr. Vance Van Petten tomou as chaves do primeiro veículo de Classe B da Mercedes-Benz F-CELL disponível para clientes dos EUA durante um test-drive na concessionária de Fletcher Jones Mercedes-Benz em Newport Beach.Alimentado por um motor elétrico com 134 cavalos de potência e 215 lb-ft de torque, o novo B-Class F-CELL fornece condução desempenho comparável a um carro similar convencional, enquanto usando cerca de metade do combustível. O carro utiliza uma pilha de combustível para gerar eletricidade e uma bateria de iõns de lítio para o armazenamento de energia. Levando apenas cerca de três minutos para reabastecer, o B-Class F-CELL emite apenas água como subproduto do sistema de célula de combustível.
"A introdução do F-CELL na Califórnia marca o início da emissão zero de tecnologia da célula combustível nos EUA para a Mercedes-Benz", disse Sascha Simon, diretor de planejamento de produtos avançados da Mercedes-Benz EUA. "Com uma autonomia de 240 milhas sem precisar recarregar e os mais de 15 anos de pesquisa da Mercedes-Benz no assunto, acreditamos que esta é uma grande adição ao nosso portfólio de rápido crescimento dos veículos movidos a combustíveis alternativos que os clientes podem escolher para melhor atender seu estilo de vida ".
"A introdução do F-CELL na Califórnia marca o início da emissão zero de tecnologia da célula combustível nos EUA para a Mercedes-Benz", disse Sascha Simon, diretor de planejamento de produtos avançados da Mercedes-Benz EUA. "Com uma autonomia de 240 milhas sem precisar recarregar e os mais de 15 anos de pesquisa da Mercedes-Benz no assunto, acreditamos que esta é uma grande adição ao nosso portfólio de rápido crescimento dos veículos movidos a combustíveis alternativos que os clientes podem escolher para melhor atender seu estilo de vida ".
O projeto da Mercedez foi apoiado pelo Departamento de Energia Americano (DOE) como parte de uma iniciativa para desenvolver veículos F-CELL e o ganho de experiência do mundo real nos Estados Unidos, esses veículos também serão utilizados para fornecer dados de condução para apoiar o programa de hidrogênio de auto-estradas.
Devido ao número limitado de postos de abastecimento de hidrogênio, a Mercedes-Benz procurou perspectivas para a locação F-CELL através de seu próprio inquérito e processo de seleção para determinar quem, entre os muitos candidatos se tornaria um dos primeiros a locação dos veículos a hidrogénio F-CELL. Os interessados na locação de um F-CELL pode visitar http://www.mbusadigitalmedia.com/fcellsurvey/index.aspx para obter informações adicionais e se candidatar (precisar morar na California). Até o final de 2012, 70 carros B-Class F-Cell serão arrendados para clientes na Califórnia.
Os Californianos não são estranhos à Mercedes-Benz veículos ecológicos, incluindo a elite de Hollywood. Indivíduos como Demi Moore, Gerard Butler, Simon Baker, Toby Maguire e Katharine McPhee, entre outros estão escolhendo Mercedes-Benz.Fonte: Mercedez-Benz USA.
56% dos brasileiros nunca ouviram falar sobre sustentabilidade
19% Definem como auto-sustento.
Mesmo com toda a exposição da mídia para o tema o número de brasileiros que nunca ouviu falar sobre sustentabilidade ainda é altissímo.
Pesquisa feita recentemente pelo Instituto Akatu faz levantamento sobre o consumidor brasileiro e demonstra que conscientizar sobre a sustentabilidade e o consumo responsável ainda é um desafio.
O estudo “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010” foi realizado em doze cidades com o total de 800 pessoas.
A pesquisa mostra que o brasileiro sabe muito pouco sobre o tema e que o termo sustentabilidade é considerado um assunto abstrato e que 56% dos consumidores nunca ouviram falar nele. 19% ainda definiram o termo de forma errada, como “auto-sustento”, “ter renda para sustentar a família”, “sustentar a família” e “se sustentar sozinho”.
A pesquisa também indica que é grande o número de desinteressados (49%) pelo tema, principalmente por tratarem o assunto fora de sua experiência diária. Já os interessados (11%) são aqueles que demonstram interesse pelo tema mas não se dispõem a um envolvimento maior. As pessoas que participam de debates, 33% do consumidores, divulgam e discutem conceitos mas ainda sem muita influência sobre os demais. Os influenciadores, com a pequena parcela de 7%, além de buscarem informações, são buscados como referências no debate.
Fontes: UOL, Instituto Akatu, Wikipedia
Mesmo com toda a exposição da mídia para o tema o número de brasileiros que nunca ouviu falar sobre sustentabilidade ainda é altissímo.
Pesquisa feita recentemente pelo Instituto Akatu faz levantamento sobre o consumidor brasileiro e demonstra que conscientizar sobre a sustentabilidade e o consumo responsável ainda é um desafio.
O estudo “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010” foi realizado em doze cidades com o total de 800 pessoas.
A pesquisa mostra que o brasileiro sabe muito pouco sobre o tema e que o termo sustentabilidade é considerado um assunto abstrato e que 56% dos consumidores nunca ouviram falar nele. 19% ainda definiram o termo de forma errada, como “auto-sustento”, “ter renda para sustentar a família”, “sustentar a família” e “se sustentar sozinho”.
A pesquisa também indica que é grande o número de desinteressados (49%) pelo tema, principalmente por tratarem o assunto fora de sua experiência diária. Já os interessados (11%) são aqueles que demonstram interesse pelo tema mas não se dispõem a um envolvimento maior. As pessoas que participam de debates, 33% do consumidores, divulgam e discutem conceitos mas ainda sem muita influência sobre os demais. Os influenciadores, com a pequena parcela de 7%, além de buscarem informações, são buscados como referências no debate.
Fontes: UOL, Instituto Akatu, Wikipedia
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