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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Site indica postos de coleta de lixo eletrônico em São Paulo

Projeto "e-lixo maps", parceria entre SMA e Instituto Sérgio Motta, ajuda cidadão a encontrar local mais próximo para levar pilhas, celulares e outros.

Você tem pilhas, baterias, celulares, carregadores lotando suas gavetas? Sabe que esse "e-lixo" não deve ser jogado no lixo comum, mas também não sabe o que fazer com ele? Se você respondeu sim para todas as questões, fique sabendo que agora ficou mais fácil descartar esse tipo de lixo. É que entrou no ar, nesta terça-feira, 2, o projeto "e-lixo maps", uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sérgio Motta.

No site http://www.e-lixo.org/, inserindo o CEP e o tipo de "e-lixo" que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de "e-lixo" em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. Além dessa prestação de serviço, o projeto prevê, também, o cadastramento de mais pontos de coleta.

A ideia de criar o projeto "e-lixo maps" surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha "Mutirão do Lixo Eletrônico - Recicle. Não descarte essa idéia". A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em centenas de pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios.

A participação da população neste mutirão superou as expectativas e mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo. Com o "e-lixo maps" ficará mais fácil para a população encontrar uma destinação correta e ecológica para seu lixo eletrônico.

Confira o site http://www.e-lixo.org/ e faça sua parte para ajudar a cuidar do meio ambiente.

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente

Amazônia e a vida saudável

A Amazônia, além de ser simbolo da natureza e da biodiversidade brasileira, é a principal fonte das chamadas "superfrutas", alimentos tropicais com alta concentração de vitaminas e antioxidantes que conquistaram uma sociedade preocupada em manter hábitos saudáveis.

Quer dizer, sabe aquele açai que você toma? Vêm de lá!

 
Com frutas como o açaí (Euterpe oleracea), o guaraná (Paullinia cupana), e o cupuaçu (Theobroma grandiflorum), a Amazônia se transformou na fonte de produtos ricos em vitamina e energia.
O açaí, a "superfruta" mais conhecida, que cresce em uma palmeira do solo amazônico, conquistou o mercado dos Estados Unidos há pouco mais de 10 anos quando revistas publicaram matérias sobre seus benefícios e os consumidores avaliaram positivamente suas propriedades nutricionais.
Sua elevada concentração de antocianina, pigmento que dá a cor roxa ao açaí, transforma a fruta num potente antioxidante, substância que desacelera a deterioração das células do cérebro.
A incrível popularidade da fruta se reflete nos infinitos sites de vendas online de produtos derivados do açaí, além de centenas de estudos supostamente científicos que demonstram seus inigualáveis efeitos positivos.
As empresas que comercializam produtos a base do fruto amazônico lucraram US$ 106 milhões em 2008, de acordo com dados da Spins, empresa especializada em produtos naturais.
No Brasil, o açaí se transformou em um alimento rotineiro, disponível em qualquer esquina das ruas das grandes cidades como o Rio de Janeiro, e geralmente servido gelado, acompanhado de cereais e misturado ao guaraná.
Com propriedades estimulantes, o guaraná é outra joia da floresta amazônica que conquistou o público dentro e fora do Brasil.
Conhecido pelo seu alto poder calórico, o guaraná é mais consumido em refrescos e refrigerantes, embora também se venda em pó e em barras de cereais.
Brasil, o terceiro exportador agrícola do mundo, superado só pelos Estados Unidos e a União Europeia, é o único país que exporta guaraná, embora sua produção ainda não satisfaça a crescente demanda internacional, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Entre as "superfrutas" da moda também está o cupuaçu, parente próximo do cacau.
Da mesma forma que o açaí, a fruta é rica em proteínas e vitaminas, e é utilizada tanto como alimento como componente de cosméticos, tais como óleos, condicionadores e cremes hidratantes.
Acostumada em abastecer a demanda local, a região começa a explorar outras fontes além das clássicas "superfrutas", em vista das vantagens econômicas das mais de 200 espécies de frutas disponíveis na floresta.
É o caso do estado de Rondônia, uma das regiões mais pobres do Brasil, que vê nesta tendência internacional uma oportunidade para impulsionar a produção agrícola.
"As boas condições ambientais e a crescente demanda das frutas tornam a fruticultura uma atividade econômica de potencial elevado", apontou um relatório da Embrapa, que defende a criação de cooperativas.
Devido à crescente popularidade dos produtos amazônicos, empresas de vários países estão de olho em outras frutas de nomes exóticos como buriti, camu-camu e pupunha, que devem conquistar os adeptos da vida saudável.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

56% dos brasileiros nunca ouviram falar sobre sustentabilidade

19% Definem como auto-sustento.




Mesmo com toda a exposição da mídia para o tema o número de brasileiros que nunca ouviu falar sobre sustentabilidade ainda é altissímo.

Pesquisa feita recentemente pelo Instituto Akatu faz levantamento sobre o consumidor brasileiro e demonstra que conscientizar sobre a sustentabilidade e o consumo responsável ainda é um desafio.

O estudo “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010” foi realizado em doze cidades com o total de 800 pessoas.

A pesquisa mostra que o brasileiro sabe muito pouco sobre o tema e que o termo sustentabilidade é considerado um assunto abstrato e que 56% dos consumidores nunca ouviram falar nele. 19% ainda definiram o termo de forma errada, como “auto-sustento”, “ter renda para sustentar a família”, “sustentar a família” e “se sustentar sozinho”.

A pesquisa também indica que é grande o número de desinteressados (49%) pelo tema, principalmente por tratarem o assunto fora de sua experiência diária. Já os interessados (11%) são aqueles que demonstram interesse pelo tema mas não se dispõem a um envolvimento maior. As pessoas que participam de debates, 33% do consumidores, divulgam e discutem conceitos mas ainda sem muita influência sobre os demais. Os influenciadores, com a pequena parcela de 7%, além de buscarem informações, são buscados como referências no debate.

Fontes: UOL, Instituto Akatu, Wikipedia